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Sábado, 23 de Julho de 2011

Um juiz do nordeste brasileiro determinou que um presidiário que diz ter sido mordido na “isca” por um roedor poderá processar o rato governo local.


O “pau de queijo” afirma que um rato biba, uma ratazana (rato transexual) ou algo que o valha saiu do buraco em seu colchão (será isso uma metáfora?) e mordiscou-lhe o pênis e a mão, que ele usara e lambuzara pouco antes de ferrar no sono.


Solomão (apelido pelo seu vício de bater sola) sustenta que foi vítima de violência sexual e que, após o incidente, teve que tomar uma série de vacinas antirrábicas (injetáveis no rabo). Assevera ainda que os carcereiros sabiam que a ala onde ele foi segregado estava infestada de roedores pervertidos.


Além disso, Solomão acusa os guardas e os ratos da cadeia de discriminá-lo porque é negro. ‘Fui violentado logo por um rato preto... Se ao menos tivesse sido um ramster!’


A promotoria exige o arquivamento do processo sob o argumento de que Solomão sequer foi prejudicado, pois, mesmo roída, a sua “isca” ainda dá pra suprir muita ratoeira e afirmam também que não existem ratos na cadeia. Ali todos são ou honestos ou inocentes.


O juiz disse que o processo movido pelo detento pode prosseguir, mas registrou que "os dois lados decidam de uma vez por todas se o roedor era um rato ou uma rata, se Solomon foi mordido ou chupado ". O problema é que ninguém quer conferir o "queijo" do Solomão.

publicado por Assi Sales às 10:37

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