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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2012

publicado por Assi Sales às 05:30

Quarta-feira, 21 de Março de 2012

21 de março · Dia Internacional Contra a Discriminação Racial


O “afrodescendente” e o nordestino tomavam uns gorós e, de sacanagem, o paraibinha pergunta pro negão:
- Sabe por que vocês pretos têm apenas as palmas das mãos e as solas dos pés brancos?
Sem se dar por achado o negão responde que não, e o paraíba vai em frente:
- Porque quando Deus fez vocês ele os pintou com spray e, à época, vocês ainda andavam de quatro.
E o negão, olhando o nordestino de viés:
- E você sabe por que, embora brancos, os paraíbas têm o cu preto?

- ...!!!

- Porque quando Deus fez vocês a tinta do negão ainda estava fresca!

publicado por Assi Sales às 10:14


21 de março · Dia Internacional Contra a Discriminação Racial


Em um determinado clube, estava o anãozinho sob o chuveiro quando um negão de quase dois metros entra para tomar banho e, sem querer querendo, vendo que o pau do anão, diferentemente do seu, era enorme, não se contém:
- Ô meu chapa! Como é que eu com essa altura toda tenho um pau desse tamanhinho e você desse tamanhinho tem um pauzão desse?
-  Ahhhhhh! – responde o anãozinho - É porque eu sou um gnomo.
- E o que eu preciso fazer pro meu ficar que nem o seu?
- O único jeito de o seu pau ficar igual ao meu é me dando a bunda.
- Tú perdeu a noção do perigo, ó nanico? Minha bunda eu não dou pra ninguém!
- Você que sabe! Fica então com essa porrinha aí.
E o negão, reconsiderando: ...Tá bom. Mas você tem certeza que meu pau vai crescer, né?
- Claro! Agora fica de quatro aí.
O negão se posiciona e o anãozinho manda ver. Depois de queimar a rosca do crioulo até não mais poder, o anão pergunta:
- Negão qual é mesmo a tua altura?
- Um metro e noventa. Mas o que é que isso tem a ver?
- Tadinho... Com todo esse tamanho ainda acredita em gnomo...

 

 Clique na imagem que ilustra o post e veja a foto inteira

publicado por Assi Sales às 08:30


21 de março · Dia Internacional Contra a Discriminação Racial

Havia cinco dias que um crioulo estava perdido no sertão nordestino, esturricando de calor, quando encontra uma lamparina. Desesperado de sede, ele esfrega, espreme e torce o tosco objeto, mas, em vez de água dá-se uma explosão e surge um gênio com um chapéu de couro na cabeçorra chata e promete realizar-lhe três desejos. O tiziu, que já estava cinza de sede, fica radiante e manda seu primeiro pedido:
- Primeiro, eu quero muita, muita água...
O gênio nordestino tira um toco de lápis da orelha e anota: ‘negão quer muita água!’.
De imediato, o negão manda o segundo pedido:
- Eu quero ver muita xoxota...
O gênio nordestino anota: ‘negão quer ver muita xoxota!’.
Finalmente, o negão faz seu último pedido:
- Eu quero ser branco!
O gênio nordestino anota, revisa os pedidos – ‘negão quer muita água, quer ver muita xoxota e quer ser branco’ - e com um passe de mágica transforma o negão em um bidê.

publicado por Assi Sales às 05:30

Terça-feira, 20 de Março de 2012

Deparei-me com uma historinha que vai deixar muita mulher babando,  muito baitola suspirando e  muitos machões se sentindo o cocô do cavalo do bandido. É a história de um escravo alforriado bem antes da Lei Áurea. Que diabos havia de tão singular nele para merecer tal graça? 


Bernardo era escravo de uma fazenda da região de Fronteira – MG. Inicialmente, trabalhava na lida do campo – corte de cana, manejo de gado e outros afazeres rudes. Mas a sua proprietária tinha tal predileção por ele que passou a requisitá-lo para serviços especiais, como levá-la à casa de amigos; acompanhá-la às compras; escoltá-la em passeios no campo em dias ensolarados... Até mesmo quando estava chovendo e não havia nada pra fazer ela mandava chamar o Bernardo. Pelos seus préstimos à senhorita, não demorou ele ser promovido a serviços mais próximos da Casa Grande e, tempos depois, com a completa acedência de todos, a obter uma carta de alforria,  com direitos à posse de terra e gado para poder manter-se. O porquê de tudo isso deixava alguns com a pulga atrás da orelha e deu muito pano pra mangas.

 

Mas eis que um belo dia Bernardo ficou doente e bateu as botas. Foi aí que o seu grande mérito veio a público. Segundo consta, ao prepararem o corpo para o sepultamento descobriram que Bernardo possuía uma “ferramenta” de 28 centímetros. E – pasmem! - quando mole! Isso deixou muitos perplexos e muitas mulheres consternadas.  A impressão com a aberração foi tanta que, a partir de então, passaram a referir-se a ele pelo epíteto de Bernardão.


Ele entrou para a história da região de Fronteira por estas passagens, até hoje não se sabendo dizer o que é realidade e o que é fábula. A única coisa sobre a qual não pairou qualquer sombra de dúvidas foi o seu membro descomunal.


Finalmente, como isso fosse a única coisa relevante de Fronteiras, em homenagem ao Bernardão foi construída uma estátua no centro da cidade, que, originalmente, deixava à mostra o bilau em toda a sua dimensão. Como isso vexava muitos homens e criava falsas expectativas em moçoilas, senhoras e afins, resolveram colocar um tapume na frente da “escultura” para desfazer o mal estar masculino e os suspiros de mulheres e boiolas.

 

 

 

 

publicado por Assi Sales às 05:30

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