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Sábado, 22 de Dezembro de 2012

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

publicado por Assi Sales às 08:00

Sábado, 30 de Junho de 2012

Ninguém melhor do que os sertanojos que mais fizeram porqueiras em 2011 para “profetizar” quem vai dar uma "escapadinha" do anonimato em 2012. Duplas como George V & Rodrigo, Fred Flintstone & Gustavo e Penico & Cocô são apadrinhados por nomes já mais que manjados. Em comum, têm poucos neurônios e nenhuma vergonha de apelar para aparecer.


Bruxinho e David, por exemplo, começaram ainda crianças, cantando em confessionários de igrejas de Campo Grande (MS). Hoje, seduzidos pela ária ‘Ai se eu te pego’, os dois dividem produtor, empresário, palcos e “ótras cositas más” com Michel Fiofó. Talvez venha daí a estranha mania de David e Bruxo só tirarem fotos promocionais pelados.


Eles garantem que a ideia foi a forma de mostrar o lado escrachado do sertanejo.

- Fiofó nos ajudou a sermos mais mal falados onde a gente não era conhecido... Ou seja, em todos os lugares.

publicado por Assi Sales às 08:00

Terça-feira, 05 de Junho de 2012

Foi-se o tempo em que música era ou romântica ou de protesto. Hoje, é comum se escutar umas bostas sem conteúdo ou cheias de putaria. Porém, se alguém pensou que o “bunda”, “popozão” e “eu quero tchu” das letras era o limite, surge a banda bunda “Companhia da Lapada” com seu repertoriozinho cu.


Para exemplar a escatológica “obra” do grupo, tomemos o clipe ‘Mainha Painho’. A merda fala de uma moleca flagrada pela prima “sarrando” com o macho na escola. ‘Vá prá lá sua arrombada / vá se fuder / se mainha embassar / eu ‘dou-le’ em você’, cacareja a protagonista do clipe, como se falando à prima "dedo duro". 


Para “deleite” de quem assiste o clipezinho chulo, a coisa não finda por aí. Na “trama” deste, a vadiazinha é chamada aos carretéis pelos pais, e solta os bichos: ‘Ele já me comeu, eu vou morar com ele’. 
Para dar ênfase à cagada, sem motivo algum, no meio da música, o grupo zurra: ‘Eita carai, mas num é foda mesmo!’

publicado por Assi Sales às 05:30

Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012

Acabo de voltar do carnaval, onde fiz uma triste constatação: tá dominado, tá tudo dominado!!!

Só dá funk! O "neo forró" tenta uma reação, mas suas letras não são cafajestes o suficiente e não trazem a "alegria compulsória" de que o brasileiro tanto gosta.
Aí não dá, né, pô?! Como é que o cara quer fazer sucesso sem tratar mulher como lixo?!

O "Tigrão", a mente por trás do "movimento", deu uma elucidativa entrevista pra revista VIP, onde diz: “... As pessoas gostam desse erotismo. Mas, se você analisar, as letras nem são tão pesadas. Elas têm duplo sentido, até porque o público infantil ouve funk".

Muitas coisas interessantes nessas sentenças! Então vamos por partes:

“... se você analisar, as letras nem são tão pesadas”
Eu analisei e ele está certo. Quem, em sã consciência, poderia achar pesada a letra do funk "Máquina de Sexo", que diz:
"Máquina de sexo, eu transo igual a um animal/A Chatuba de Mesquita do bonde do sexo anal/Chatuba come cu e depois come xereca/Ranca cabaço, é o bonde dos careca"?
Note-se a leveza de termos como "sexo anal", "cu", "xereca" (!) e "cabaço".

“Elas têm duplo sentido...”
Procurei e não achei o duplo sentido no funk "Barraco III":
"Me chama de cachorra, que eu faço au-au/Me chama de gatinha, que eu faço miau/Goza na cara, goza na boca/goza onde quiser".
Ah, agora entendi! "Goza na cara" é porque o cara ficava tirando sarro da menina pelas costas. Aí ela diz "Goza na cara!". Que coisa...
“... até porque o público infantil ouve funk”
Eis uma verdade e a preocupação do "Tigrão" se justifica. Foi pensando nas crianças que o garoto Jonathan, de 7 anos (ele mal tem coordenação motora para reproduzir a coreografia) foi incentivado a gravar o funk "Jonathan II", de edificante letra:
"De segunda a sexta, esporro na escola/Sábado e domingo, eu solto pipa e jogo bola/Mas eu já estou crescendo com muita emoção/E eu já vou pegar um filé com popozão". 7 anos! 7 anos!!!

 

Pô, foi mal...A culpa é minha, que não entendo. Então, vamos repetir o discurso de dez em cada dez apresentadores de programas de TV:
"A malícia está na cabeça do adulto, a criança só quer se divertir. Onde já se viu, se preocupar com uma coisa dessas. Das crianças que passam fome na rua ninguém fala nada...". Aplausos entusiasmados e urros de apoio, por parte do auditório.
Detalhe sem importância: os funks da moda não passam nem perto dessa questão. Mas isso é um problema do governo, a gente não tem nada com isso, não é mesmo? Ao invés disso, vamos dar risada e incentivar o moleque de 7 anos (!!!) a "pegar um filé com popozão".


Enquanto a gente ri, a molecada vai crescendo com a certeza de que mulher não passa de uma bunda e um par de peitos siliconados, que gosta de ser chamada de cachorra e que acha que só um tapinha não dói. Depois a gente não entende o motivo do aumento dos índices de violência contra a mulher e porque ela é tão desrespeitada na sociedade. Será que não é óbvio?

Cadela mulher, levante-se e lute! Não seja uma cachorra! Exija respeito! Deponham as Xuxas, Carlas Perez, Feiticeiras, Tiazinhas e Vanessinhas Pikachu de seus reinados de miséria intelectual!


"Todo crime é vulgar, assim como toda vulgaridade é criminosa." (Oscar Wilde)

publicado por Assi Sales às 10:00

Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012

A forma como a pessoa fala, se veste, age, trabalha, dirige etc. dizem muito sobre o indivíduo. Da mesma forma, os livros que lê, a música que ouve, os eventos que freqüenta. Quem gosta de rock costuma ler mais do que a média e geralmente é mais bem informado sobre o que acontece no mundo. Gostar de rock não torna ninguém mais ou menos inteligente, mas o roqueiro pode se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, com uma cultura geral acima da média.


Em uma escola de São Paulo, o trabalho de conclusão do ensino médio era uma espécie de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) das faculdades. O vencedor foi o de uma menina de 17 anos. O trabalho tentava traduzir a importância dos Beatles para a música popular do século XX. Para isso ela realizou uma ampla pesquisa sobre as origens do blues, do jazz, da country music norte-americana e traçou um panorama completo da evolução do rock desde os primórdios até os megashows de Rush, AC/DC, U2 e Metallica. Além do prêmio principal, acabou sendo agraciada com a proposta de transformar seu trabalho em um pequeno livro, bancado pela escola. Detalhe: a reivindicação partiu dos colegas da menina, que ficaram fascinados com a história do rock.


Bom gosto não se discute: adquire-se.

Leia o artigo na íntegra:

http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/gostar-de-rock-comeca-a-pesar-na-avaliacao-profissional/

‘Taí uma coisa que nós, os roqueiros, já sabíamos. Quem gosta de rock procura entender o que está ouvindo, porque é um estilo em que as músicas são mais elaboradas e complexas. Outros estilos são feitos para ouvidos e cérebros preguiçosos, em geral apelando para a emoção do tipo amor "melado/dramático" ou para o sexo quase explícito.’  (Sandro Timm)

 

Clique na imagem para ampliá-la
publicado por Assi Sales às 10:30

Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011

Em se tratando da banda Foo Fighters pode-se esperar de tudo. Os seus músicos sempre usam de toda criatividade e de qualquer apelação para inovar nos clipes, que sempre se tornam pérolas à parte.


Desta feita, Dave Grohl & Cia. inventaram de lançar um comercial para divulgar a mais nova turnê do grupo pelos Estados Unidos. No vídeo, os integrantes, totalmente pelados, aparecem tomando banho juntos.


Não consegue imaginar a cena? Então, clique AQUI e assista ao vídeo. Os “instrumentos” e “equipamentos” dos malucos são exibidos sem reserva alguma. Precisam ver a “baqueta” do baterista!

publicado por Assi Sales às 13:00

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