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Segunda-feira, 04 de Abril de 2011

Cobrado por vários seguidores e por muitos dos que acessavam diariamente o blog que há um ano eu criara para divertir àqueles de mentalidade mais evoluida, decidi vasculhar a moralidade de quem o imolara em nome e em prol das fístulas de criaturas e entidades espúrias que "ofendi" expondo-lhes as pústulas e nominando-as com palavras muito aquém do baixíssimo calão da "moral" e da "ética" que TODAS ELAS apregoam mas não praticam.

Após pesquisar os antecedentes do meu algoz, não lastimo nem a exclusão da minha conta e de tudo o mais que a ela estava vinculada nem a falta de qualquer aviso, justificação e resposta ao meu questinamento ao holocauto que me impôs, visto os seus antecedentes nem um pouco recomendáveis. Portanto, o banner do presente blog é uma (ir)reverente "homenagem" minha ao meu inquisidor/verdugo e ao seu séquito hipócrita. E sei perfeitamente que este meu novo veículo não durará sequer o tempo que durou o seu antecessor. Mas, e daí? Nada é sempiterno! Outros o sucederão. O rei morreu? Viva o novo rei!

É revoltante o modo arbitrário de certas empresas que se julgam imbuidas do direito divino  tratarem aos seus usuários como os antigos reis absolutistas tratavam seus vassalos, como se deles não dependessem as suas próprias existência e crescimento, seja pelos dados gerados por estes todos os dias seja pelos meros acessos.
A sacanagem começa pela propaganda demagógica daquela cujo slogan é "Não seja mau", sobre ser sua missão  "organizar a informação mundial, - mesmo que errônea, já que o seu próprio nome provém de um erro ortográfico - e torná-la universalmente acessível e útil", omitindo o "e rentável para ela mesma". Uma vez que vários fatos lhe contradizem o moralista slogan, creio lhe caber um conclusivo "como eu".

Noventa e nove por cento da receita desta é derivada de seus programas de publicidade, que, sem público, não teria propósito. A maledita também dispõe um programa que "permite" web sites exibirem esses anúncios e ganharem dinheiro com os que são clicados; mas há quem afirme que jamais foi pago. Aliás, a censura dos anunciantes é uma queixa frequente contra a sua publicidade. E a sacanagem não fica por aí, pois afirma-se ainda que os algoritmos do PageRank discriminam novos sites e favorecem os já estabelecidos

E há muito mais lixo sob o seu tapete: A empresa começou a digitalizar livros, upload de visualizações limitadas e livros completos em seu novo motor de busca. A Authors Guild, que representa 8.000 autores dos EUA, entrou com uma ação, chegando a um acordo  para limitar as suas digitalizações de livros de países como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá. Já a Corte Cível de Paris mandou-a remover as obras de La Martinière (Éditions du Seuil) de sua base de dados.

Classificado por bajuladores como a marca mais "poderosa" e o website mais visitado do mundo, esse "gigante" é tido apenas como o quarto melhor lugar do mundo para se trabalhar. Cheio de empáfia, certamente esqueceu do tempo em que sua sede ficava, de favor, numa garagem.

Além das inúmeras empresas que comprou, o dito empreendimento firmou parceria com outras organizações para tudo. Seu imperialismo e prepotência ocasionou críticas da sociedade sobre assuntos como privacidade, direitos autorais e censura. Tem enfrentado também acusações de sexismo e de discriminação etária de seus ex-funcionários, processos por violações das patentes e de licitações. 

E, ainda assim, quer-se "virginal" e "sacrossanta"... Vade retro, demagoogle!
publicado por Assi Sales às 09:52

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