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Domingo, 03 de Junho de 2012

Uma advogadazinha cobiçosa, talvez porque residente no município de Porto Grande (Amapáu), decidiu processar seu ex por insignificância peniana uma coisinha insignificante: a bimbinha que o miserento tem entre as pernas. 

 

Embora seja rara nos jegues do Brasil, a insignificância peniana é bastante comum nos Estados Unidos, independentemente do “estado” dos paus e mesmo se “unidos”, e no Canadá, onde o “rolete de cana” dos caras não dá um caldo. A insignificância peniana é a desgraça das bimbas que mesmo em estado de ereção não agradam nem a gregos nem a troianos. A literatura médica afirma que, ainda que dura, tal envergadura, ao invés de tapar buracos, provoca frouxo de risos.

 

O “pinta braba” passou dois anos enganando a trouxa, alegando que sua religião condenava o sexo antes do matrimônio. Em depoimento à  imprensa a denunciante berra aos quatro ventos que ‘se tivesse visto antes o tamanho do ‘problema’ teria casado com um jumento’.

 

A advogada pleiteia agora a anulação do casamento e a absurda indenização de R$ 200 mil (proporcionalmente inversa ao tamanho do pau do ex!) pelos dois anos de namoro e 11 meses de casamento. Com a grana, ela pretende pagar bem dotados para tirar-lhe o atraso e se ressarcir da perda de tempo com o birrinho do “maridão”, que agora é conhecido na região zona como Toninho Anaconda.

publicado por Assi Sales às 03:00

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