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Segunda-feira, 23 de Abril de 2012

A Polícia Federal espera a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária  para desembarcar, interrogar e fazer a deportação dos africanos Aekom Kobena e Kweku Attah.

 

A dupla viajou clandestinamente num navio que aportou em Ilhéus (Bahia) com 110 mil sacos de cacau. O problema é que os sacos dos negões são muito parecidos com os de cacau.

 

Esta não é a primeira vez que clandestinos como Aekom e Kweku embarcam na Costa do Marfim e chegam à Bahia. Os dois foram descobertos disfarçados de guindastes, três dias após o início da viagem, ao perceber-se que os sacos estavam no extremo oposto da grua. Eles continuam acomodados em uma cabine da embarcação, custodiados pelo comandante, que é louco por cacau um negão.

 

Os africanos foram examinados por um médico veterinário da Anvisa, que os considerou com boa “bagagem”. Policiais federais também estiveram no navio com a desculpa de investigar denúncias de tortura, mas examinando-os constataram que os ferimentos nas “bagas” dos crioulos são "lesões por contenção esforço repetitivo".

 

Segundo a Polícia Federal, depois de descobertos, os dois foram alimentados a pão-de-ló e viajaram em uma cabine, mas logo que o navio aportou, tentaram fugir cair numa micareta baiana e tiveram de ser contidos. A PF informou que os africanos aparecem em vídeos gravados na embarcação, saciando à tripulação, pra não mais carecerem de fugir para cair na gandaia.

publicado por Assi Sales às 08:00

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