O meu primo e sua esposa estão na pior crise financeira de seu casamento e ele decide que a única coisa a fazer é a mulher rodar a bolsinha na rua. Como ela não tem (ainda) prática na profissão, ele combina de ficar por perto para ajudá-la, no que for necessário.
Quando “pinta” o primeiro freguês, na hora de fechar o preço, a mulher pede licença e corre para o meu primo:
- Quanto eu cobro?
- 300 reais - responde ele, achando que o sujeito tá “baludo”.
Mas o candidato, um tremendo pé-rapado, diz:
- Só tenho 100 reais. O que dá pra fazer por esse preço?
A mulher pede licença novamente e corre para o marido.
- Diz que por este preço vai ter que ser na mão - responde ele.
Ela volta para o freguês, transmite-lhe as condições, e, concordando, ele abre a calça e põe pra fora um pau de fazer jumento babar de inveja.
A mulher do meu primo pede licença mais uma vez e corre para o marido:
- Você não poderia emprestar-lhe 200?

















