Policiais detiveram um pobre inocente de 16 aninhos que, sem dó nem piedade, seduziu e estuprou um garoto de 6 anos; mas o fizeram com extremo cuidado para não traumatizar psicologicamente o adolescentezinho, que é considerado apto para eleger o dirigente máximo dessa naçãozinha bufa, talvez porque incapaz de distinguir o certo do errado, mas não para pagar pelas merdas que faz.
Quando o menino chegou sufocado em prantos e com o cu sangrando, a sua mãe, botando a boca no mundo e a reputação do filho na praça, acionou a PM e o garoto foi levado em passeata à Central de Flagrantes, onde foi forçado a contar detalhadamente a sua desdita a um delegado plantonista que babava de excitação com o relato.
Por sua vez, o ingênuo adolescente contou que chamou o menino para brincar de carrinho, mas quando foi botar o seu “possante” na garagem do moleque ele berrou mais que sirene de carro de bombeiro.
- Mas quando a garagem dele começou a sangrar, tirei meu carro - alegou o cínico jovem, na maior cara de pau.
Embora sabendo que não dê em nada, o delegado preencheu um termo de ato infracional – silogismo “politicamente correto” para crime hediondo – pelo delito de estupro de vulnerável.
Por ser um crime considerado grave, o adolescente aborrescente – tadinho! - pode ficar até três looooogos anos cumprindo atividades sócioeducativas, quando merecia é que o trancafiassem numa cela e jogassem a chave fora, já que a sua vítima ficará marcada pelo resto da vida.